... intensamente! Sem medo.
Mexa-se, faça acontecer, diga o que pensa a respeito sem medo de magoar.
Inúmeras vezes a melhor solução é sair do lugar, da posição que se ocupa, e ir ao encontro dos outros.
Não se deixe enferrujar pela vida, renove seu espírito, redescubra novos ideais, alimente outros objetivos!
E a sua vida não se estagnará, mas terá nova dinâmica. Depende muito de você!
O fim de uma pessoa começa quando ela pensa que já chegou onde queria, que já realizou o que desejava, que já esgotou seus sonhos.
A morte talvez doa, antes de acontecer, por ser o ponto final de tudo, o retorno absoluto à eternidade do nada. Acho que a morte, mais do que o fim da vida, é a negação do sentido que a vida poderia ter.
O que aprendemos, o que vivemos, o que não deixamos registrado de alguma forma se vai para sempre sem retorno, sem possibilidade de recuperação. Talvez até o mesmo que deixamos registrado se perca ao longo do tempo.
Há uma metáfora que compara o corpo físico a uma gaiola, e o espírito à ave que nela habita.
Imaginar que o espírito pereça ao morrer o corpo é como imaginar que o pássaro morra ao quebrar-se a gaiola.
Nosso corpo é apenas a gaiola, enquanto o espírito é o pássaro.
Por isso, devemos aproveitar nossos breves e incertos dias para alimentar nossa alma com coisas boas. Uma dieta espiritual farta de amor, bondade, caridade, pureza, compaixão e perdão.
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